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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Desculpem :'c

Hoje não vou conseguir publicar, infelizmente :'c  Tenho que estudar para o teste intermédio de matemática -.- bahhhh!!!!! Quarta - feira à tarde, prometo que posto, sem falta ;) Obrigada por tudo, queridas ;) Amo-vos :$
Mariiana *-*

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Capítulo 2*


Capítulo 2



(Louis)

Não conhecia aquela rapariga de lado nenhum, mas parecia ser simpática. Tive pena dela, por ver como o polícia a tratava. Porque teria ela mentido? O que se teria passado? Tinha que falar com ela. Tinha que saber pelo menos se ela estava bem, o que não parecia. Ela estava tão triste e eu não aguentei vê-la assim.



(Mariana)

Até que:

Louis – Espera! Tu és minha prima, não és? A minha mãe tinha-me dito que devias chegar hoje. Desculpa, mas como não te vejo há muito tempo, já não me lembrava bem de como é que tu eras. Claro que quando eramos crianças, brincámos muito, mas parece-me que estás diferente. E muito bonita. (Acrescentou ele.) O que me fez sorrir. Há muito que não sorria assim.



Policia – Isso é mesmo verdade, Louis?

Louis – Sim, a mais pura das verdades. (E virando-se para mim.) Desculpa, mais uma vez, não te estava mesmo a reconhecer, que raio de primo sou eu não é,… (Estava para dizer o meu nome, mas ‘’Ups!’’ ele não sabia o meu nome :s Por sorte, trazia um colar ao pescoço com o meu nome. Apontei para o colar)…Mariana?

Mariana – Ahah, não faz mal.

O policia acabou por largar-me. Pediu imensas desculpas, lamentando-se e dizia que não sabia. Depois, foi-se embora e deixou-nos sozinhos.

Tinha medo de olhar na cara dos rapazes, pois tinha medo das suas reaçoes e do que eles iriam dizer, por isso, antes que eles dissessem alguma coisa, intervi.

Mariana – Obrigada, a sério! Nem sei o que ele me fazia, se soubesse que eu não era tua prima! Muito obrigado. Nem sei como hei-de agradecer e… desculpem.

Louis – Não faz mal, mas…

Mariana – Mas…?

Niall – Porque mentiste?

O meu telemovel tocou.

Mariana – Desculpem, tenho só que atender. É rápido…

Fui falar ao telemóvel. Eram os meus pais…

(Chamada)

Mariana – Estou…?

Mãe Mariana – Mariana?! Filha? Como estás? Onde é que estás?

Mariana – Estou bem. Eu estou onde vou ficar e não há nada que possam fazer para me mudarem as ideias. Desculpem…

Mãe Mariana– Mas porquê, filha? O que se passou, para tu fugires?

Mariana – Não viste a carta?

Mãe Mariana – Sim, vi… mas…

Mariana – Aí está tudo explicado. Agora tenho que ir. Adeus.

Mãe Mariana – Mas, pelo menos, diz-me se estás bem ou se precisas de alguma coisa ou…

Mariana – Eu estou bem. Adeus.

(Harry)

Ela foi atender o telemóvel. Ansiava o momento que ela desligasse e não sabia porque o ansiava, só sei que o ansiava!  A chamada parecia estar a demorar uma eternidade e ela não falava inglês. Ela era de outra nacionalidade?! Podia ser de outro país ou então, era boa a línguas, mas bem, isso tinha que ser ela a contar-nos.

Harry – Será que ela é de cá?

Louis – Não sei. Ela fala bem inglês. Parece britânica. Mas está a falar, aquela língua estranha. Também pode ser de fora.

Zayn – Pois, realmente! Mas, não sei qual é a língua que ela está a falar.

Liam – Quem será? E de onde será? O que estará aqui a fazer?

Niall – Não sei. Só sei que tenho fome.

O que fez com que todos nos rissemos.



(Mariana)

(…)

Desliguei a chamada. Assim era melhor. Não queria que eles sofressem mais. Voltei para ao pé dos rapazes.

Mariana – Ah! Já sei! Querem saber porque menti, não foi? Bem, não tenho dinheiro para pagar acomodação e fugi de… do orfanato, quero dizer! Não gosto de lá estar, por isso quando me apanhou no estúdio e fez-me uma série de perguntas. (Contei-lhe o que se tinha passado, lá no estúdio.) E quando disse que me trazia até ao meu primo, confesso que fiquei com medo.

Liam – Então, isso quer dizer que não tens sitio onde ficar, não é?

Mariana – Sim, certo.

Zayn – Então e agora?

Niall – Nós podemos levar-te de volta para o orfanato de volta. Basta dizeres-me de onde és!

Mariana – O quê? Não! Eu não quero. Eu, eu…

Louis – Ok, ok. Tem calma. Nós não te levamos de volta para o orfanato. Eu até tenho uma ideia…

P.S.: Desculpem, por não ter publicado há mais tempo, mas só agora é que consegui. Está pequenino, mas tenho tido muito que fazer. Vou tentar publicar o 3º capitulo, o mais rapido possivel ;)  O que está a negrito é o que é falado em Português e o resto é como se fosse em Inglês.  Posso-vos pedir para deixarem comentários, a dar a vossa opinião, sff? Obrigada :)    Aqui está uma página que eu tenho no facebook, sobre eles  http://www.facebook.com/#!/pages/One-Direction-em-Portugal/159371934182551. ;) Vejam e deem a vossa opiniao :)
Mariiana*

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Os One Direction ganharam os Brits Awards!!! Estou tão feliz pelos nossos meninos :) Quem acompanhou em direto??? :)
Mariiana*

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Capítulo 1

Este é um livro, mas mais precisamente o meu livro. Onde tudo é possível. Onde eu posso criar e imaginar. Normalmente, todas as histórias começam por: “Era uma vez…”, mas bem, a minha não.

   *****
(Mariana)

   Tinha decidido fugir de casa. Era muita pressão e não sabia o que se andava a passar comigo. Levei as minhas poupanças e o dinheiro que tinha recebido nos anos e no Natal passado. Tinha falado com Carolina e com Ana e tinha-lhes contado. Tinha sido um momento triste aquele. Um momento de despedida.

   Mariana -Aqui eu não consigo ser feliz, percebem? Não consigo ser eu. Desculpem, mas tenho mesmo que ir. Eu prometo que vou ficar bem e quando o ficar eu volto. Preciso de tempo para pensar… para pensar em tudo!

   Ana – Desculpa, mas não posso perceber. Como é que queres que nós compreendamos? Vais-nos deixar! Já pensaste em como vão ficar os teus pais?

   Mariana – Desculpem, a sério! Achas que eu também queria isto? Eu vou-me embora é para eles não sofrerem mais. Para acalmar as coisas.

   Carolina (abraçando-me) – Não vás por favor! Não me deixes.

   Mariana (retribuindo o abraço) – Desculpa. Mas não vou mudar de ideias.

   Ana – Quando é que te vais embora?

   Mariana – Amanhã!

   Carolina – Já?! Não podes ficar mais uns tempos? Nem que seja só uma semana?

   Mariana – Quanto mais cedo melhor.

   Ana – Só se for para ti! Porque para mim e para a Carolina não é melhor. Já te despediste de mais alguém?

   Mariana – Só de mais 2 pessoas. Sabem bem que não gosto de despedidas. E quantos mais soubessem, pior eu ficava e não sei se chegaria a ir-me mesmo embora, por isso…

   Carolina (com as lágrimas nos olhos) – Podemos saber pelo menos, para onde vais?

   Mariana (tentando não chorar) – Para longe, muito longe!

   Ana – Não te vamos conseguir mudar de ideias pois não?

Acenei-lhe que não com a cabeça, lentamente.

Mas por fim, uma lágrima cedeu. Ficámos ali, durante um tempo, apenas em silêncio. Um silêncio infernal. Acabei por ir para casa.

*****

(No dia seguinte)

Arrumei as minhas coisas, peguei no dinheiro e fui-me embora, antes que os meus pais chegassem a casa. Com uma lágrima no olho, fechei a porta. Acabara de deixar o meu ninho, o meu Mundo! Várias lágrimas caíram. Umas atrás de outras. Fora-me embora porque não queria causar sofrimento aos meus pais, eu podia sofrer, conseguia viver com isso! Mas os meus pais?! Os meus pais não! Faria qualquer coisa para os ver felizes.

Deixei Portugal e rumei a Inglaterra. Safava-me bem com a língua e, além disso ali ninguém me iria procurar.

   Fui dar uma volta, tirei a carteira e o dinheiro e fui comprar qualquer coisa para comer. Estava esfomeada!

   Depois de comer fui dar uma volta, para ver onde iria dormir. Passei ao lado de um ‘’estúdio’’ e se não o era pelo menos parecia. Como não vi ninguém por lá, decidi entrar. Se ficasse ali, não teria que gastar dinheiro com a acomodação.

   Entrei e fiquei a olhar, admirada, a toda a minha volta. Woow! Era tão grande, mas estava tudo completamente vazio, o que fazia com que parecesse maior ainda.

   De repente, entra um policia. Assusto-me e dou um salto para trás. O policia agarrou-me.

Policia(com um ar assustador e de poucos amigos) – Quem és tu?

Mariana (muito nervosa) – Olá. Sou a Mariana, eu sei que não devia estar aqui, nem devia ter entrado sequer, mas estava à procura de um primo. Mas bem, parece que ele não está aqui, por isso já estou de saída.

Tinha dito aquilo tão rápido, devido ao facto de estar nervosa, que com certeza, o policia não percebeu quase nada. Tentei escapulir-me mas ele agarrou-me pelo braço.

Polícia – Não vais a lado nenhum! (Agora agarrava-me com cada vez mais força o braço.) Quem é o teu primo?

O estúdio tinha uma janela e do lado de fora apareciam aqueles anúncios em ‘grandes televisões’ e por acaso naquela altura, estava a passar sobre os ‘One Direction’.

Sem pensar, respondi logo.

Mariana – Louis Tomlinson! É meu primo e eu pensei que eles estivessem a gravar aqui hoje.

Polícia - A sério? Bem, então enganaste-te no estúdio. Eles estão a gravar aqui perto. Deixa-me levar-te lá.

O quê?! Oh My God! Eles estavam a gravar ali perto! Eu não podia ir com o polícia.

Mariana – Ah! Pois, que cabeça a minha! Não é preciso, eu consigo ir sozinha, deixe estar.

Mas, porém, o polícia não me largava o braço.

Policia – Não! Eu insisto. Vem comigo e não se fala mais nisso. (Disse isto enquanto me levava pelo braço)

   Ia passar por mentirosa e aldrabona à frente da minha banda favorita, o que me deixou muito nervosa.

   O meu telemóvel tocou várias vezes ao longo do caminho, mas eu preferi não atender. Era preferível, assim. O carro parou. Já tínhamos chegado. Era realmente perto dali, visto que em 2 minutos já lá estávamos.

   O medo ia sendo cada vez maior. O policia lá resolveu voltar a agarrar-me pelo braço. Devia ter medo que eu fugisse ou coisa parecida, acho que não acreditou muito naquilo que eu lhe tinha dito.

   Entrámos pelo estúdio adentro. Ouviram-se vozes mas não conseguia perceber o que eles diziam, pois o batimento do meu coração era cada vez mais forte, cada vez mais intenso. Era tão veloz. Nunca pensei que um coração pudesse bater daquela maneira.

   Fomos para uma sala e ao fundo, bem ao fundo, porque a sala era enorme, lá estavam eles. Nunca pensei que alguma vez os fosse ver porque era praticamente impossível e agora eles estavam ali! Ali mesmo! Senti as minhas pernas a ficarem fracas. Não podia cair. Mas bem, era o que me apetecia. O policia chamou-os. Eles olharam e eu fiquei envergonhada e com medo, por isso baixei a cabeça. Eles aproximavam-se. Sentia os passos cada vez mais perto de mim, até que…pararam. Estavam mesmo ao pé de mim! Deixei cair uma lágrima. Harry notou. Passou a mão pela minha cara, limpou-a e levantou-me a cabeça. Perguntou-me porque chorava, mas não fui capaz de responder, limitei-me a olhar para Louis.

Policia – Não conheces esta rapariga de algum lado?

Louis – Não, acho que não porquê?

   Outra lágrima escorreu-me pelos olhos. Desta vez quem ma limpou foi o Louis.

Louis (vendo a forma como o policia me agarrava, com cada vez mais força, interveio) – Quer dizer, acho que és amiga da minha irmã, talvez, não?

O polícia mostrou um sorriso irónico. “Com que então, primo não era? Não te devias ter metido comigo!” – Sussurrou-me ao ouvido. Começou a arrastar-me pelo braço. Soltei um ‘’ai’’ e um ‘’Está a magoar-me’’. Não se importando com o que eu estava a dizer, agarrou-me com cada vez mais força.

   A única coisa que consegui e que fui capaz de dizer aos rapazes foi um simples “Desculpem”!

  Tinha perdido as esperanças, mas se pensarmos bem, nunca as tive! Que ideia aquela, de ter dito que o Louis era meu primo! Até que…

Olá, olá :) Como vou sair e tinha prometido que publicava hoje, aqui está. Não está grande coisa, mas amanhã publico o 2º capítulo se conseguir :)